Celebrações do CNE

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Celebrações do CNE

– Um ato externo realizado entre testemunhas que não têm tanto o papel de fiscalizar como o de aprender e ajudar a levá-la à prática.
– É algo concreto, útil e avaliável.
Nela têm um papel importante os adultos: são testemunhas/padrinhos que se comprometem a colaborar na progressão e no levá-la à prática. A Promessa vive-se no cumprimento da Lei. A Promessa é compromisso com a Felicidade. A Lei é caminho para a Felicidade.
Baden-Powell, na sua Última Mensagem, escreveu: «O melhor meio para alcançar a felicidade é contribuir para a felicidade dos outros.
Procurai deixar o mundo um pouco melhor de que o encontrastes e, quando vos chegar a vez de morrer, podeis morrer felizes, sentindo que ao menos não desperdiçastes o tempo e fizestes todo o possível por praticar o bem. Estai preparados desta maneira para viver e morrer felizes – apegai-vos sempre à vossa promessa escutista – mesmo depois de já não serdes rapazes, e Deus vos ajude a proceder assim».
O Escutismo procura o que o homem procura. O Homem procura a Felicidade.
O Escutismo oferece um modo de realizar essa procura. Pela Promessa a pessoa adere, compromete-se com a Felicidade e, na Lei, encontra um caminho para a realização desse compromisso. Para nós que somos cristãos tudo isto adquire um horizonte novo na Pessoa de Jesus Cristo. Por Ele, com Ele e n’Ele, tanto o compromisso como a pista são assumidos na Comunidade Católica, já que somos Escutismo Católico. É Jesus Cristo quem salva. O melhor que o Escutismo pode fazer é transmitir o Seu nome. A Promessa surge comom um compromisso com Ele e a Lei como pista para Ele


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A Promessa do Escuteiro

Promessa é a peça fundamental do Escutismo. Educamos para a liberdade na responsabilidade e no compromisso. Por isso, a Promessa dá sentido ao Escutismo. Se é importante preparar a celebração e os textos da Promessa, muito mais importante é preparar a Promessa como tal.
Os jovens necessitam confiar em si mesmos e avaliar as suas forças, e, para adquirir a aludida confiança, nada melhor que adquirir um compromisso, a partir do qual venham a conhecer-se a si mesmos. Só se compromete quem promete. Quem promete, cumpre. Caso contrário, não deve prometer. B.P. compreendeu isto muito bem, por isso dizia: «o Escutismo é o melhor do mundo para fazer que um rapaz confie em si mesmo e para prepará-lo para a vida» …. «O Escutismo não é só uma diversão, também exige muito de ti».
Assim, podemos afirmar que a Promessa é:
– Um ponto de partida, não uma meta. É um instrumento pedagógico para alcançar, pouco a pouco, um novo modo de ser, para percorrer o caminho que leve os nossos passos de construtores de um Homem Novo.
– Um ato pessoal, individualizado, se queremos que tenha autêntica validade. É uma aposta. Implica um risco, um acto de fé e de esperança.
– Um ato comunitário. Os pequenos grupos, a Unidade e a Comunidade ajudam a prepará-la, confrontá-la, realizá-la e revê-la

Se forem na igreja, por princípio, deverá ser “dentro” da Eucaristia: ou
entre o Credo ou Profissão de Fé e a Oração Universal, ou logo após a homilia do sacerdote. Atendendo, porém, ao número de elementos e ao tempo necessário

Celebrações do CNE para as Promessas, em última análise, também poderá ser antes ou depois da Eucaristia, mas contando sempre com a sua celebração. Nesta hipótese, a celebração das Promessas deverá contar sempre com a participação, ainda que mais reduzida, da Assembleia Paroquial, pelo menos com familiares e amigos dos Escuteiros.
Também pode ser fora da igreja: na sede ou no campo, com ou sem Eucaristia. O cuidado e preparação que se exige quando é na igreja, deve existir também quando é na sede ou no campo. Direi mesmo que, por falta do ambiente naturalmente propício à oração, terá que haver um cuidado maior ainda. É preciso estudar muito bem o local, os espaços e os sinais litúrgicos e escutistas. O momento é demasiadamente sério e importante para deixar ao acaso ou facilitar. Todo o cuidado será pouco para tirar todo o proveito da simbologia e da mística da celebração.
Quando as Promessas se realizarem na sede ou no campo, “fora” da Eucaristia, é sempre obrigatória a Celebração da Palavra e a Oração Universal. Neste caso, é aconselhável fazer também a Renovação das Promessas do Baptismo (renúncia ao mal e profissão de fé)

Promessa por secção

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Dirigente Celebrações do CNE

Guia de Promessas em Campo (fora da Igreja)

Especificidades da Promessa para Estrangeiros (clica para saber mais)

Está autorizada a admissão de naturais de outros países, desde que sejam residentes em Portugal.
A Promessa destes Escuteiros é feita perante a Bandeira Portuguesa e a da sua Pátria. Nestes casos, segue-se todo a celebração das Promessas conforme as presentes celebrações, excepto na fórmula da Promessa que passará a ser a seguinte:

Prometo, pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por:
– Cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e Portugal, salvaguardando sempre os interesses legítimos da minha Pátria;
– Auxiliar o meu semelhante em todas as circunstâncias;
– Obedecer à Lei do Escuta.


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Investiduras

Investidura é o ato de dar posse ou a cerimónia em que alguém, a quem é reconhecida capacidade, é investido no exercício responsável de um cargo ou dignidade. É a aquisição de um estatuto novo, como se de um novo “vestido” se tratasse. Tanto é dar posse, como tomar posse de um cargo, dignidade ou ofício.
A Investidura faz-se através duma celebração em que alguém com autoridade, o Chefe, entrega simbolicamente um objeto que é representativo do novo cargo ou dignidade. É simultaneamente uma honra e uma obrigação, livremente assumidas, através de um compromisso de honra em que o investido se coloca ao serviço de alguém (bando, patrulha, equipa) ou Tribo. É o que acontece na Investidura de Guia, Timoneiro, Mestre e Arrais, quanto ao cargo e obrigação.
Os símbolos da Investidura são as fitas, a bandeirola do bando, da patrulha, da equipa ou da Tribo.

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Guias
Rato-PC Celebrações do CNE
Guias Marítimo
Mais-Cruz Celebrações do CNE
Cavaleiro da Pátria

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Vigílias – Vigília é o ato de ficar acordado ou desperto, especialmente na noite anterior a uma celebração. É também uma forma de resistir à tentação de dormir e de se entregar aos prazeres da “noite”. Vigiar é estar atento ou alerta, combater a preguiça para viver a “noite”, sem ser da “noite”.

INTRODUÇÃO (clica para saber mais)

A Palavra vigília significa estar estar de vela ou velada de oração.
A Felicidade por Cristo, com Cristo e em Cristo

INTRODUÇÃO

1 – O quê, o porquê. o para quê e o como desta proposta
2 – Esta Vigília: O tema e a Estrutura
3 – As finalidades e os elementos de uma Vigília
4 – Usos possíveis
5 – Os cânticos
6 – A articulação com a comunidade
7- O presidente
8 – Conclusão

1 – O quê, o porquê. o para quê e o como desta proposta
Mais do que uma Vigília ou uma celebração, esta proposta quer ser um modelo e uma sistematização de elementos que consideramos importantes para o trabalho que é preciso realizar, Ness área, nos Agrupamentos. Por isso, entendemos esta experiência mais como um ponto de partida do que como ponto de chegada. Não se trata de apresentar um ritual para realizar tal e qual, mas antes proporcionar um modelo e oferecer referências e exemplos concretos para o trabalho a fazer.

2 – Esta Vigília: O tema e a Estrutura
Antes de mais, convém constatar o que aqui se indica. A estrutura de uma vigília é constituída por três partes, cuja temática incide sobre a Lei e a Promessa. Nestas Vigílias é importante partir do especifico escutista. Por isso, esta proposta assume esta temática, tentando fazer dela oração e reflexão cristãs. Não podemos pretender que os Escuteiros sejam sujeito de espiritualidade cristã se não operarmos uma leitura cristã do especifico Escutista.
Ao agarrar o tema da felicidade como enfoque para considerarmos o específico escutista, estamos a ir ao encontro do Fundador, Baden-Powell, tal como estamos a ir ao encontro da fundamental procura do homem. Porque em Igreja, consideramos a felicidade a que o Escutismo é capaz de conduzir como felicidade por Cristo, com Cristo e em Cristo.
A Promessa do Escuteiro Católico, que contém em si mesma o cumprimento voluntário da Lei, é adesão a um conceito escutista de felicidade, em si mesmo já muito aproximado ao do Evangelho, mas que a opção católica da nossa associação faz coincidir. A Promessa é, pois, compromisso com esta felicidade, isto é, adesão aos valores escutistas iluminados pela luz do Evangelho. O cumprimento da Lei do Escuteiro apresenta-se, então, como caminho de perfeição cristã.
Nesta perspectiva havemos de entender o título da proposta que agora se faz: a felicidade por Cristo, com Cristo e em Cristo.
À procura da felicidade, comum a todo o homem, pode a Igreja responder com o Evangelho anunciado por meio deste instrumento que é o Escutismo.

3 – As finalidades e os elementos de uma Vigília
É neste horizonte que se há-de enquadrar a actividade orante e litúrgica dentro do Escutismo. Ao pretendermos, pois, apresentar um modelo, fazemo-lo deste modo: Assumindo explicitamente as ideias que em todas as realizações celebrativas devem estar implícitas.
Cada parte desta Vigília é constituída por vários elementos.
Pretende-se com este trabalho elencar uma série de subsídios, organizados por temas, que assim ficam disponíveis para serem usados na elaboração de vigílias “realistas”. Alguns desses elementos são resultado já da criatividade dos participantes num CAP-PORTO, onde esta proposta foi ensaiada e com resultado. São esses elementos: as súplicas e as proclamações da felicidade. A inclusão deles aqui pretende sublinhar a importância de momentos de criatividade nas celebrações tipicamente escutistas. Os jovens têm necessidade de, a par da experiência litúrgica “oficial”, encontrar oportunidades de rezar também à sua maneira. A questão é dar-lhes dados seguros a partir dos quais eles criem.
No caso presente, os dados fornecidos foram, para cada artigo da Lei, um trecho da Palavra de Deus e outro de B.P. a propósito. Acrescenta-se agora, também, um excerto das «Meditações Escutistas sobre o Evangelho», do Padre Jacques Sévin, fundador, em França, do Escutismo Católico, que interpreta, segundo as categorias e a linguagem do Escutismo, as palavras do Senhor: Estes excertos foram tirados do livro “O Evangelho do Escuteiro”, das Edições Salesianas. Acrescenta-se ainda, para cada elemento, a referência a um Salmo cujo sentido se enquadra na temática e que pode ser cantado ou simplesmente rezado.

4 – Usos possíveis
Variadíssimos usos se podem fazer desta proposta.
Pode ser realizada na totalidade das suas partes, mas retirando a cada uma alguns elementos. Nesse caso, propõe-se que a parte central, sobre a Lei, seja uma caminhada com dez paragens, acendendo-se em cada uma delas, com o grande círio da Promessa, um pequeno círio, significando deste modo que é a atitude de compromisso subjacente à Promessa que vincula a pessoa ao cumprimento da Lei. O grande círio da Promessa, se a Vigília se realizar dentro da igreja, poderá ser aceso no Círio Pascal. Caso seja fora da igreja, poderá ser aceso na fogueira. Mesmo no primeiro caso – dentro da igreja – deverá haver um grupo de pessoas que se desloca e vai encontrando e proclamando progressivamente os artigos da Lei. Uma outra possibilidade, onde houver condições, é fazer a primeira parte junto da Pia Baptismal, a segunda caminhando pela igreja em direcção ao Altar, onde se realizaria a terceira. Neste caso, é de sublinhar a iluminação baptismal da Promessa.
Ainda a propósito do uso desta proposta na integra, deve-se acrescentar a possibilidade de ela servir como programa para uma actividade tipo raide, com objectivos definidos principalmente no âmbito da dimensão espiritual e animação da fé. Mais uma vez, a Pia Baptismal seria o melhor lugar para começar e uma Celebração Eucarística, no campo ou na igreja, seria o modo ideal de terminar.
Outra possibilidade é usar só cada uma das partes, ou mesmo, cada um dos momentos da segunda parte, como base para uma Vigília, criando, a partir dos elementos fornecidos, vários esquemas equilibrados.

5 – Os cânticos
Os cânticos propostos foram pensados para momentos celebrativos especificamente escutistas. Não são cânticos de animação, mas tentou-se criar cânticos diferentes, adequados à oração e à celebração. Mais do que excluir os cânticos litúrgicos habituais, estes são um convite a usá-los, na medida em que apostam no reconhecimento, por parte das pessoas, de que há diferença entre os cânticos, consoante a finalidade para que são feitos. É, por isso, aconselhável, ao criar novos esquemas a partir deste, desde que se procure um certo nível litúrgico, a inclusão de outros cânticos. Os que aqui estão indicados, devem ser usados com equilíbrio.

6 – A articulação com a comunidade
Em tudo o que se fizer a partir daqui, deve ter-se sempre em consideração a articulação com a comunidade em que o Agrupamento está inserido.
Será, naturalmente, muito diferente um momento de oração só com a participação de uma Secção, em torno da fogueira, num acampamento ou, então, uma celebração com a presença da comunidade, na Igreja Paroquial.
A preparação e o rigor que se exigem neste segundo caso são muito maiores do que no primeiro, devendo também estar presente a preocupação em promover a participação activa daqueles que não são Escuteiros, não os deixando reduzidos à situação de meros espectadores.
É de salientar a necessidade de realização dos dois tipos, já que em ambos se cultivam dimensões essenciais da pertença comunitária dos Agrupamentos

7- O presidente
O Presidente natural das celebrações e vigílias com Escuteiros é o Assistente de Agrupamento quer elas sejam grandes ou pequenas, no campo ou na igreja…
É no contexto deste princípio geral que devem ser pensadas as excep-ções. A preparação deve ser feita com ele. Se, eventualmente, não puder estar na realização, assuma, então, o Chefe de Agrupamento, ou da Unidade, se for caso disso, a presidência. Onde o Assistente de Agrupamento seja outro que não o Pároco, nas celebrações com a participação da comunidade, este deverá ter sempre uma palavra a dizer.
Nos Agrupamentos onde houver já a figura do Animador da Fé leigo, cabe a este, naturalmente, a coordenação deste trabalho, mas sempre em ligação com o Assistente.

8 – Conclusão
E importante, no processo de crescimento integral que o Escutismo procura, a existência de momentos de oração e celebração comunitária da fé. E é importante que esses momentos vão ao encontro das reais necessidades dos jovens, em termos espirituais. Por isso, se há-de procurar que eles tenham uma postura interventiva e criativa, permitindo-lhes espelharem-se na oração que fazem. Deve, contudo, procurar-se simultaneamente que a experiência celebrativa não se reduza às suas dimen-sões, mas que seja oportunidade de crescimento espiritual. É, por isso, necessário o caldeamento do que já são, com o que são chamados a ser:
Escuteiros Católicos, vivendo o compromisso com e na pista para a felicidade por Cristo, com Cristo e em Cristo.
Assim, a Vigília que aqui propomos é um ponto de partida para caminhar, se os Agrupamentos assim quiserem.

Vigílias

Vigília de S.Nuno de Santa Maria
A Promessa e a lei
Viver a Lei do Senhor
Somos um povo que caminha para o Pai
Com B.P. caminhemos para Cristo
Em Pista com B.P.


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Passagens

Passagem é a celebração do acto de passar, de fazer caminho, de uma Secção para outra. Significa mudança de situação, motivada pelo progresso e pela idade. É o reconhecimento comunitário desse crescimento. Não é um fim em si, mas é sempre o termo de uma etapa e o início de percurso para outra etapa de crescimento mais exigente.
Pode e deve ser criado um ambiente ou imaginário que reforce a ideia da Passagem. Haverá uma despedida do grupo anterior e um acolhimento no grupo de chegada que devem ser marcantes e um estímulo ao progresso humano e cristão, individualmente e em grupo. Este será ajudado e ajudará no crescimento de cada um dos elementos.
Passagem é também o significado da palavra Páscoa. Esta é a passagem da morte à vida, do Homem Velho ao Homem Novo, pela Ressurreição.

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Lobitos
Renovar Celebrações do CNE
IIª e IIIª secções

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A Partida de um Caminheiro significa que este acabou de percorrer mais uma etapa da vida de Escuteiro, a qual durou e valeu enquanto Movimento auxiliar da sua formação integral. Partir exprime, simbolicamente, o acto de caminhar; por isso, é também mais importante que chegar.

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Caminho-Desafio Celebrações do CNE
Versão Longa

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Quando Cristo Senhor estava para celebrar com os discípulos a ceia pascal, na qual instituiu o sacrifício do seu Corpo e Sangue, mandou preparar uma grande sala mobilada (Lc 22, 12). A Igreja sempre entendeu que esta ordem lhe dizia respeito e, por isso, foi estabelecendo normas para a celebração da santíssima Eucaristia, no que se refere às disposições da alma, aos lugares, aos ritos, aos textos. As presentes normas, promulgadas por vontade expressa do II Concílio do Vaticano, e o novo Missal que, de futuro, vai ser usado no rito romano para a celebração da Missa, constituem mais uma prova desta solicitude da Igreja, da sua fé e do seu amor inalterado para com o sublime mistério eucarístico, e da sua tradição contínua e coerente, não obstante a introdução de algumas inovações.


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Celebração da Palavra (Drive 2007 – Santíssima Trindade)
Passos para preparar uma Oração
Preparar Local Acolhedor para Oração


Outras Celebrações

Celebração Penitencial para Jovens
Profissão de Fé
Ceia Pascal